SBD-GO
NOTÍCIA


06
May

TéCNICAS DE REJUVENESCIMENTO DO TERçO SUPERIOR DA FACE FORAM APRESENTADAS EM LIVE DA SBD-GO



O terço superior da face, a área do rosto que ficou em destaque com o uso das máscaras, foi o tema da live realizada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia - Regional Goiás (SBD-GO), na quarta-feira (5).

 

 

As dermatologistas Luciana Costa Alves Freire (CRM/GO 11013 - RQE 6716 - @lucianadarrot) e Paula Azevedo Costa (CRM/GO 10242 - RQE 10551 - @drapaula.azevedodermato) abordaram técnicas de rejuvenescimento existentes para essa região e as indicações de cada uma.

 

 

Paula, que é membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), explicou que os médicos dividem a face em três partes (superior, médio e inferior) para que o diagnóstico e prescrição de tratamentos sejam mais precisos. Assim, o terço superior é aquele desde a raiz do cabelo até o início do nariz. 



Para tratar essa região, não há um único procedimento. “Temos visto uma associação de técnicas. Primeiro, avaliamos a qualidade da pele, o que está causando o processo de envelhecimento e as técnicas poderão proporcionar o melhor resultado”, afirmou Luciana, que também é membro da SBD e diretora executiva do grupo IMEC Saúde.



Ela explicou ainda que o envelhecimento não ocorre somente na pele. O processo começa pela estrutura óssea, como com o afundamento da têmpora, da testa e da região orbital (área dos olhos). Isso faz com que a sobrancelha “caia” e haja a sensação de rosto “derretendo”. Assim, os músculos ficam mais frouxos nos tecidos, enquanto também há uma perda de gordura. Já a pele se torna flácida e fina. Todo esse cenário resulta em rugas fixas. 



Segundo Paula, é importante que os pacientes conheçam toda essa situação. “Com isso, eles entendem os propósitos dos tratamentos e que, muitas vezes, eles precisam ser feitos em etapas. Afinal, para construir ou reformar uma casa, por exemplo, não se usa apenas um material”, comparou. 



Os tratamentos injetáveis



O primeiro tratamento explicado pelas dermatologistas foi o que elas chamaram de “padrão-ouro”: a toxina botulínica. 



De acordo com Paula Azevedo, o produto é prático e eficaz. Além disso, o paciente vê o resultado em poucos dias e tem a autoestima melhorada rapidamente. Também possui um bom custo-benefício. Ela contou que o usa para levantar as sobrancelhas e retirar o aspecto de cansaço, assim como para amenizar as rugas da testa, que causam a aparência de braveza. 



Mais do que “abrir o olhar”, como mencionado pelas médicas, a toxina também trata os pés de galinha. “Isso oferece ao paciente mais conforto ao sorrir e até para tirar selfies. É por isso que, mesmo após tantos anos e com tudo o que existe na dermatologia, a toxina botulínica continua sendo nossa queridinha”, contou Luciana Costa.



Outro injetável é o bioestimulador de colágeno. Paula relatou que o utiliza para tratar o afundamento da têmpora, que faz com que o formato do crânio fique aparente. “Já os preenchedores de ácido hialurônico são boas opções para as olheiras, quando elas são causadas pela falta de volume nessa região e para levantar a cauda da sobrancelha”, acrescentou. 



Contudo, as especialistas alertaram que essas regiões são zonas de alto risco. Portanto, os tratamentos devem ser feitos por médicos dermatologistas. 



Tecnologias



Também não faltam outras tecnologias para tratar o terço superior da face. Uma delas é o ultrassom microfocado. Luciana explicou que ele faz microqueimaduras na parte interna da pele, o que promove a estimulação do colágeno. A parte externa permanece intacta, o que não gera a necessidade de um período de recuperação. “Costumo usar o ultrassom microfocado na região das pálpebras, para levantar as sobrancelhas que, muitas vezes, não é conseguido só com o uso da toxina botulínica”.


Essa tecnologia também é utilizada para quem procura pelo efeito “fox eyes”, de levantar a cauda da sobrancelha. Paula explicou que o ultrassom microfocado permite que o resultado fique natural. 


Os lasers

Outros recursos são os lasers e existem várias opções deles, desde os ablativos, que fazem pequenas queimaduras na pele, até os não ablativos. Ambos estimulam o colágeno.


“Sou uma entusiasta do laser. Já usei de tudo, como a luz intensa pulsada para melhorar o pigmento das olheiras e o laser de CO2 para a pálpebra. Ultimamente, uso o aparelho Fotona, que tem o laser Erbium, que promove um tempo de recuperação menor”, citou Paula Azevedo. 


Luciana mencionou ainda o jato de plasma fracionado, que também gera microqueimaduras na pele da pálpebra e promove a retração, amenizando a flacidez. “Vocês viram que temos um arsenal de tratamentos. São várias tecnologias. Por isso, o melhor profissional para tratar é o dermatologista, que vai identificar os tratamentos indicados para cada indivíduo, pois não há receita de bolo”, ressaltou. 


Fios de PDO


Ao final da live, as médicas conversaram sobre os fios de PDO. Elas contaram que gostam de utilizá-los na região orbital, onde não existem muitos tratamentos indicados. “Também gosto muito de usá-los na área da glabela (entre as sobrancelhas), mas não os coloco sem antes paralisar o músculo com a toxina botulínica”, explicou Paula, que disse que, sem isso, o fio pode sair do lugar. Luciana lembrou que alguns fios também estimulam o colágeno e isso dá a impressão de “colar” a pele, ou seja, amenizar a flacidez.

 

 

Explicações como essas são apresentadas todas as quartas-feiras nas lives promovidas pela SBD-GO, com variados assuntos, no perfil no Instagram da Sociedade: @sbdgo.



O bate-papo sobre o rejuvenescimento do terço superior da face permanece gravado no perfil. Assista em: https://www.instagram.com/p/COgj9JCBiHV/




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